Acadêmicos do Tatuapé

CARNAVAL SP 2026

Milton Jr / Elisangela Monteiro / Arnaldo Bachy / Ednalva Lopes

11/29/20252 min read

G. R. Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé

FICHA TÉCNICA

Fundação: 26/10/1952
Cores oficiais: azul e branco
Presidentes: Erivelto Coelho, Toninho, Edu Sambista e Eduardo Santos
Carnavalesco: Wagner Santos
Mestre de Bateria: Cassiano Andrade
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Diego e Jussara
Direção de Carnaval: Douglas Toffoli, Patricia Lafalce, Sandra Correia, Sandro Baptista
Direção de Harmonia: Edu Sambista
Rainha de bateria: Muriel Quixaba
Intérprete: Celsinho Mody
Coreógrafo da Comissão de Frente: Leonardo Helmer
Colocação em 2025: Vice-Campeã – grupo Especial
Ordem de desfile em 2026: 4ª Escola a desfilar na sexta-feira do Especial

HISTÓRIA DO ACADÊMICOS DO TATUAPÉ

O Nascimento

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé nasceu no dia 26 de outubro de 1952, fundada por Osvaldo Vilaça, o Mala, e seus amigos. A escola tinha, nessa época, o nome de Unidos de Vila Santa Isabel, em referência e homenagem ao local onde foi fundada, a Vila Santa Isabel.

A Mudança

Em 1964, com a mudança da sede para a Rua Antônio de Barros, a escola passa a chamar Acadêmicos do Tatuapé. Nesta época eram famosas as rodas de samba na Praça da Sé e a batucada da zona leste era muito respeitada nesses encontros.

A Fundação

Osvaldo Vilaça, o Mala, era muito amigo de Mano Décio da Viola, um dos fundadores do Império Serrano. Todos os anos Mala ia ao Rio de Janeiro, com ele ia o figurinista Álvaro Ribeiro. Fruto dessa boa relação a Império Serrano foi a escola madrinha da Acadêmicos do Tatuapé.

Fonte: Acadêmicos do Tatuapé | A Tatuapé

LETRA DO SAMBA ENREDO 2026

Tupã! Num sopro de ternura
Concebeu a agricultura
Para os filhos desse chão
Trovejou, lá no alto da palhoça
Quando o orvalho molha a roça
É perfeita a comunhão
Mas veio o invasor
E a terra então sangrou
Negro plantou resistência
Canudos semeou a rebeldia
Cada enxada levantada
Liberdade florescia

Mas a ganância por terra sem gente
Faz muita gente sem terra chorar!
Quem planta o mal, espalha ambição
Me dá, me dá, um ‘pedacim’ de chão

Lavoura ê! Lavoura!
Mãos calejadas no cultivo da semente
Lavoura ê! Lavoura!
Floresce da terra
A fé dessa gente
Alimentar e plantar o amor
Proteger é cuidar desse chão
Abraçar o nosso irmão
Contra a desigualdade
Pra colher dignidade
Em cada gota de suor eu vi
Brotar, crescer e acreditar
Que a esperança está no amanhã
E assim será
Viver é partilhar
E nada em troca esperar!

Tem festa na roça até o amanhecer
Divide esse chão pro nosso povo colher!
Tatuapé, me chama que eu vou!
Puxe o fole sanfoneiro no toque do agogô!

Composição: TURKO / Zé Paulo Sierra / Cláudio Russo / Silas Augusto / Rafa Do Cavaco / Luís Jorge / Fábio Souza / Dr. Elio / Fabiano Sorriso / Aquiles Da Vila / Marcos Vinícius / Lucas Donato / Salgado Luz / Daniel Goulart / Mariah Juarez /