
Acadêmicos do Tatuapé 2024
CARNAVAL SP 2024
G. R. Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé


FICHA TÉCNICA
Fundação: 26/10/1952
Cores oficiais: azul e branco
Presidentes: Erivelto Coelho, Antônio de Castro, Edu Sambista e Eduardo Santos
Carnavalesco: Wagner Santos
Mestre de Bateria: Leonardo Costa (Léo Cupim)
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Diego do Nascimento e Jussara de Sousa
Direção de Carnaval: Patricia Lafalce, Sandra Correia, Douglas Tofolli e Sandro Battista
Direção de Harmonia: Edu Sambista
Rainha de bateria: Muriel Quixaba
Intérprete: Celsinho Mody
Coreógrafo da Comissão de Frente: Leonardo Helmer
Colocação em 2023: 4º lugar – grupo Especial
Ordem de desfile em 2023: grupo Especial, 9 de fevereiro, sexta-feira, 5ª escola a desfilar
Enredo: “Mata de São João – Uma joia da Bahia símbolo de preservação! Entre cantos e tambores. Viva a Mata de São João!”
HISTÓRIA DO ACADÊMICOS DO TATUAPÉ
O Nascimento
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé nasceu no dia 26 de outubro de 1952, fundada por Osvaldo Vilaça, o Mala, e seus amigos. A escola tinha, nessa época, o nome de Unidos de Vila Santa Isabel, em referência e homenagem ao local onde foi fundada, a Vila Santa Isabel.
A Mudança
Em 1964, com a mudança da sede para a Rua Antônio de Barros, a escola passa a chamar Acadêmicos do Tatuapé. Nesta época eram famosas as rodas de samba na Praça da Sé e a batucada da zona leste era muito respeitada nesses encontros.
A Fundação
Osvaldo Vilaça, o Mala, era muito amigo de Mano Décio da Viola, um dos fundadores do Império Serrano. Todos os anos Mala ia ao Rio de Janeiro, com ele ia o figurinista Álvaro Ribeiro. Fruto dessa boa relação a Império Serrano foi a escola madrinha da Acadêmicos do Tatuapé.
LETRA DO SAMBA ENREDO 2024
"Mata de São João – uma joia da Bahia símbolo de preservação! Entre cantos e tambores. Viva a mata de São João!"
Autores: Celsinho Mody, Chico Alves, Fabiano Tennor e Toninho Geraes.
Intérprete: Celsinho Mody
Letra
E lá da mata o tambor anunciou
Na aldeia ecoou o toque do Alujá
Kaô Kabecilê meu pai Xangô (bis)
É flecha Tupinambá
Canto forte de axé
Caraíba de além-mar… Verde caeté
Ouro negro, feito a pele do meu povo
Riqueza incorporada nesse chão
Oh! Linda mata de São João (bis)
Ê ê baiana, baiana boa
Remexe, Mainha, tempere o vatapá
Tem quindim, acarajé, tabuleiro de iaiá
Senhora dos navegantes
Meu barco já vai pro mar
Eu vou pro mar, Iemanjá me chamou
E lá no mar, e lá no mar pescador
Quando a maré “braveia”
Balança ”nêgo“, sorte “d’eu” ser capoeira
Oh meu Bonfim, luz que alumia
O doce sorriso dessa gente festeira
Que preserva a vida que Deus deu
Que Deus dá (samba iaiá)
Me abrace amor
Olha o céu de estrelas
Nesse paraíso tropical
E pra benzer arruda e água de cheiro
Na costa dos coqueiros
Vou brincar o carnaval
A Bahia tem…. Axé do meu orixá
“Oh meu rei” eu fui lá buscar
A joia mais linda do criador
Canta Tatuapé no toque do agogô
