Camisa Verde e Branco 2025

CARNAVAL SP 2025

Milton Jr / Elisangela Monteiro / Arnaldo Bachy / Ednalva Lopes

11/30/20242 min read

A.C.S.E.S.M.

CAMISA VERDE E BRANCO

FICHA TÉCNICA

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E SOCIAL ESCOLA DE SAMBA MOCIDADE CAMISA VERDE E BRANCO

  • Fundação: 04/09/1953

  • Cores oficiais: verde e branco

  • Presidente: Erica Ferro

  • Carnavalesco: Cahê Rodrigues

  • Mestre de Bateria: Jeyson Ferro

  • Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Everson Sena e Lyssandra Grooters

  • Direção de Carnaval: João Victor Ferro

  • Direção de Harmonia: Rogério Nascimento e Ulisses Ozzeti

  • Rainha de bateria: Sophia Ferro

  • Intérprete: Igor Vianna

  • Coreógrafa da Comissão de Frente: Luiz Romero

  • Colocação em 2024: 12º lugar – grupo especial

  • Enredo 2024: “Adenla – O Imperador nas terras do Rei”

  • Ordem de desfile em 2025: 7ª escola a desfilar na sexta-feira pelo grupo especial

HISTÓRIA DA MANCHA VERDE

A Associação Cultural e Social Escola de Samba Mocidade Camisa Verde e Branco é uma escola de samba, fundada em 4 de setembro de 1953 no município de São Paulo, Brasil. Suas cores verde e o branco. Venceu o grupo principal do carnaval paulistano nove vezes, nos anos de 1974, 1975, 1976, 1977, 1979, 1989, 1990, 1991 e 1993.

Fonte: Camisa Verde e Branco | Enciclopédia do Carnaval | Fandom

LETRA DO SAMBA ENREDO 2025

"O tempo não para! Cazuza – o poeta vive!"

Compositores: Silas Augusto, Claudio Russo, Rafa do Cavaco, Turko, Zé Paulo Sierra, Fábio Souza, Luiz Jorge, Dr. Elio e Bruno Giannelli.

Letra

Faz parte do meu show
plantar a flor da poesia nos quintais
estou na máquina de escrever o tempo
o vento sopra tantas letras autorais
e parte do meu show
é um teatro de operações vitais
é uma entrada para o circo voador
gritando contra os fuzis e generais
por todo amor que houver nessa vida
ser agenor à frente do espelho
ser minha dor, pão e comida
voando no barão vermelho

Vem ouvir o rock in roll
pela libertação de um brasil sem senhor
um brasil sem patrão
sei que a bete chegou
balançando os quadris
pro dia nascer feliz

Exagerado eu sempre fui
apaixonado, contestador
não me furtei em ser debochado
o amor inventado, feito um beija-flor…
eu sei só as mães são felizes
são cicatrizes e solidão
oh meu brasil o tempo não para, não para não
a barra funda mostra sua cara
relembrando o seu apogeu
declama em lindos versos
o poeta não morreu!

Dia sim, dia não
vou sobrevivendo
vestindo a camisa, compondo a musa
se a sua saudade é maior que a minha
te amo lucinha… assina cazuza!