Tom Maior 2024

CARNAVAL SP 2024

Milton Jr / Elisangela Monteiro / Arnaldo Bachy / Ednalva Lopes

11/15/20232 min read

G. R. Escola de Samba

Tom Maior

FICHA TÉCNICA

  • Fundação: 14/02/1973

  • Presidente: Carlão

  • Carnavalesco: Flávio Campello

  • Mestre de Bateria: Carlão

  • Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Ruhanan e Ana Paula

  • Direção de Carnaval: Judson Sales

  • Direção de Harmonia: Bruno Freitas e Gerson

  • Rainha de bateria: Pâmella Gomes

  • Coreógrafo da Comissão de Frente: André Almeida

  • Colocação em 2023: 6º lugar – grupo Especial

HISTÓRIA DA TOM MAIOR

Somos o Grêmio Recreativo Escola de Samba Tom Maior, uma das mais tradicionais e queridas agremiações do carnaval paulistano. Fundada em 1973 por Hélio Bagunça e um grupo diverso de sambistas – entre eles integrantes da Camisa Verde e Branco e estudantes universitários da USP – a Tom Maior nasceu no coração do Sumaré e carrega em sua essência a luta, a liberdade e a força da cultura popular brasileira. Nossas cores são o vermelho, o amarelo e o branco, e nosso nome é uma homenagem ao mestre Martinho da Vila, inspirado nos versos da música "Tom Maior".

Existimos para celebrar a cultura popular brasileira, expressar a voz do povo e transformar arte em emoção. A Tom Maior é mais que uma escola de samba – é resistência, é inclusão, é palco para talentos e um espaço de transformação social. Acreditamos na liberdade, na educação, na música e no samba como ferramentas para construir um Brasil melhor, mais justo e mais feliz.


Fonte: Quem somos | Tom Maior Oficial

LETRA DO SAMBA ENREDO 2024

"Aysú: uma História de Amor"

  • Autores: Anderson, Fábio Souza, Gui Cruz, Imperial, Portuga, Rafa do Cavaco, Turko, Vitor Gabriel e Willian Tadeu

  • Intérprete: Gilsinho

Letra

Lá pelas matas juremá
São caminhos de rudá, divino senhor
É flecha certeira no peito
Anahy, um sentimento que monã me entregou
Ressoa em mim supremo dom em cada alvorecer
O som da paz compõe o meu viver
No coração da aldeia sonha um curumim
Guaracy iluminou lendas que o tempo ensinou
O erro e a dor são o destino
De quem foge do amor

Numiá… arapiá…
A sede do poder que cega o olhar
Oh deus tupã, em seu afã
Vê na sete deusas toda forma de amar

Quando a luz do dia no yby se apagou
A noite, um mistério de guarandirô
Boiuna lança a jovem pro abismo da saudade
Abaeté… meu nome é coragem!
Levado em um sopro de esperança
Desafio a solidão da eternidade
No meu silêncio vejo o caos, destruição
Os karaíbas sangrando esse chão
Mas do meu pranto renasce o amanhã

Despertando nos braços de cunhã
Ecoa na aldeia um canto parajá
Em tom maior bate o meu mangará
É aysú quando vejo o seu sorriso
Ybymarã: meu sonhado paraíso!